Lista de música

Sumário

Título
Meu santo João
Criado em
12/02/09 02:19
Faixas
4
 

Faixas

Meu santo João

Por Lucas Avelar: voz;Flávio Henrique: violão;Kiko Mitri: baixo;Serginho Silva: percussão;Marcelo Rocha: clarinete;Warley Henrique: cavaquinho

Brasil /Choro

                

Meu santo João

(Lucas Avelar)

 

Uma vez desperto você diz não entender

Mas se adormece compreende sem nem ver

É a má condição de sonhar pra caber

É um tiro em vão pra saber

 

E quando chega lá em casa num pé

Pra não cair se apóia na estante

Derruba meus santos e apaga minha vela de sete dias

Não pede desculpa, parece em luta consigo por dentro

 

A vizinha veio reclamar

Te defendi, ouvi um sermão

Folgado pra lá, bebum para cá, minha orelha vermelha

Eu juro João, não te quebro o galho mais não

 

No dia seguinte parecia ficção

É bala perdida, caminhão na contramão

Tua letra, um bilhete e um caco quebrado

Do meu santo amigo dizendo obrigado

 

Milagre!

Samba de preto-véio

Por Lucas Avelar: Voz, Violão;Kiko Mitri: Baixo;Serginho Silva: Percussão;Ricardo Fiúza: piano, teclado;Juliana Perdigão e Mila Conde: vocais

Brasil /Samba

                

Samba de preto-véio

(Lucas Avelar)

 

Sim, eu sambo devagar

Sambo à meia luz

Meu samba é como bossa

Aos poucos te seduz

 

É um samba de crioulo doido

É um samba de preto-véio

É um samba com amor pra dar

Que com magia impõe respeito

 

Não conta mentira

Faz de conta que é neném

Ele existe o tempo inteiro

Existe com ou sem.

Beleza

Por Lucas Avelar (voz, violão, vocais)/ Flávio Henrique (vocais)/ Lincoln Cheib (bateria)/ Adriano Campagnani (baixo)/ Ricardo Fiúza (teclado)/ Paulinho (trompete)/ Vinícius (sax tenor)/ Renato Goulart (arranjo metais);

/

Trabalho Dobrado

-

Por Lucas Avelar (voz, violão); Adriano Campagnani (baixo); André "Limão" Queiroz (bateria); Reginaldo Silva (guitarra, violão de aço); Flávio Henrique (percussão industrial);

Rock /Alternativo

                

Trabalho Dobrado

(Lucas Avelar)

 

De nove a meio-dia eu lavo roupa,

De meio-dia às duas como, bebo, faço a digestão,

Das duas às quatro eu prenso cana só pensando em cama,

É duro ter que trabalhar com a mão.

 

De quatro às sete eu to mais acordado,

Quero trabalhar dobrado pra poder me ir mais cedo,

Mas só às nove acaba,

O trabalho é uma cilada que repete o mesmo enredo.

 

De nove à meia-noite eu bebo cana,

Acho pouco, mas engana o meu dia de trabalho,

Da meia-noite às três eu me encontro com a Mercês,

Ela me diz o quanto eu valho.

 

De três às nove eu durmo feito anjo,

Deus me poupa os desarranjos que pegam os meus irmãos,

E só acordo com meu pai me dando roupa pra eu lavar

E o sol cegando toda minha visão.